A verdade bíblica está na sua totalidade, e não em frases simples

Surgiu uma notícia aqui sobre a forma como os Católicos lêem a Bíblia, esclarecida pelo Papa Bento XVI numa mensagem por ocasião de um encontro da Congregação para a Doutrina da Fé.
CIDADE DO VATICANO (CNS) – Enquanto os católicos acreditam que a Bíblia é inspirada pelo Espírito Santo e que é verdadeira, não se pode tomar individualmente citações bíblicas ou passagens e dizer que cada uma é literalmente verdadeira, disse Bento XVI. “É possível perceber as Sagradas Escrituras como a palavra de Deus” apenas olhando para a Bíblia como um todo, “uma totalidade em que os elementos individuais se iluminam reciprocamente e abrem o caminho para o entendimento”, assim escreveu o Papa numa mensagem à Comissão Pontifícia Bíblica. “Não é possível aplicar o critério de inspiração ou da verdade absoluta de uma maneira mecânica, extrapolando uma única frase ou expressão “, escreveu o papa na mensagem divulgada a 5 de Maio no Vaticano.
A comissão de estudiosos da Bíblia, um órgão consultivo da Congregação para a Doutrina da Fé, reuniram-se no Vaticano de 2 a 6 de Maio para continuar as discussões sobre a “Inspiração e verdade na Bíblia”. Na sua mensagem, o Papa disse que as explicações mais claras sobre a posição católica sobre a inspiração divina e da verdade da Bíblia foram importantes porque algumas pessoas parecem tratar as Escrituras simplesmente como literatura, enquanto outros acreditam que cada linha foi ditada pelo Espírito Santo e está, literalmente verdadeiro. Nenhuma posição é católica, disse o Papa: “Uma interpretação dos escritos sagrados que desconhece ou se esquece de sua inspiração não leva em conta a sua característica mais importante e precioso, que vem de Deus”.
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51 thoughts on “A verdade bíblica está na sua totalidade, e não em frases simples

  1. Caro Miguel,

    Então explica as tuas palavras:

    «porque Se dá a conhecer»

    «incognoscibilidade, refere-se ao facto de nada conhecermos de Deus que não nos tenha sido dado a conhecer por Ele.»

    Ou se dá a conhecer ou não se dá a conhecer em que ficamos?

    Lamento que penses que fecho a porta à existência de deus. Não, não fecho. Apenas não cometo erros infantis de confundir a ignorância do conhecimento Homo sapiens com a existência de deus.

    Ex: Não sei muito bem como a espécie Homo sapiens adquiriu ou tem razão… por isso é uma prova de deus.

    Não, não é prova nenhuma.

    Aguardo a decisão, dá-se ou não se dá a conhecer? Razão ou incognoscibilidade? Parece-me incompatível… mas estou aberto a outras soluções… quais?

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